Cobertura Bangers Open Air 25/04

Nos últimos dias 25 e 26 de abril aconteceu no Memorial da America Latina mais uma edição do Bangers Open Air. O festival tem, cada vez mais, conquistado o carinho e respeito de headbangers, não apenas brasileiros, mas sul americanos também. Não é difícil encontrar pessoas de outros países durante o festival. 

Como sempre, a produção caprichou no Lineup. Nomes como In Flames, Arch Enemy, Evergrey, Amaranthe e a tão sonhada reunião da fase Rebirth do Angra eram muito aguardados por todos. 

Esta cobertura relata a experiência de estar presente no festival e passar para você, que ainda não teve a oportunidade de ir, qual é o sentimento de presenciar esses shows. 

A festa começou pontualmente ao meio dia de sábado, no Ice Stage, com um sol para cada headbanger. O que, aliás, também já virou uma tradição do Bangers. Detalhe importante: No Bangers você precisa fazer escolhas difíceis, já que, muitas apresentações acontecem no mesmo horário. A primeira escolha foi uma das mais difíceis: Korzus ou Lucifer??? O repórter optou por Korzus até por ter visto Lucifer há pouco tempo e estar curioso demais para ver Jessica Falchi no palco junto com a banda. 

Apresentando sua nova formação com Jessica Falchi e Jean Patton, que se juntaram a Marcelo Pompeo, Rodrigo Oliveira e Dick Siebert, a banda preparou um setlist especial e uma excelente produção de palco. As imagens no telão faziam referência ao disco clássico “Ties of Blood” com Rodrigo, Jessica e Jean no palco introduzindo os primeiros acordes. Só depois Pompeo e Dick apareceram  sendo ovacionados pelos headbangers. 

O público ainda não era grande, já que muitos entravam no fest. Mesmo assim, teve a galera que chegou cedo para assistir a lenda Korzus. 

“Guilty of Silence” foi a primeira. A banda mostrou entrosamento, carisma e raça. Agitando o tempo todo e bangeando junto com o público que fritava no sol. “Discipline of Hate” veio logo depois. Pesada e com pegada, apresentou um Pompeo em forma e com uma performance vocal excelente. 

A maravilhosa “Catimba”, em português, fez todos repetirem a plenos pulmões: “Minha ferida cicatriza com o ódio seu” junto com a banda. Jean e Jessica Falchi se mostraram muito à vontade no palco. Foi interessante demais ver esse encontro de gerações na mesma banda. 

A novíssima “No Light Within”, que estreou essa nova formação, soou bem demais ao vivo. Destaque para Rodrigo Olivera que metralhava os ouvidos headbangers com seus bumbos. Jean Patton também tem feito mais solos no Korzus. Conhecido por ser um ótimo “riffista”, no Korzus, tem dividido alguns solos com Jessica Falchi. 

“Agony” e “Victim of Progress” mantiveram o público com o astral lá em cima e as rodas permaneceram durante toda a apresentação.

 “Mass Illusion” trouxe um tom mais sombrio para o Bangers enquanto “P.F.Y.L” anunciava que o show se encaminhava para o final. Em “Never Die” Pompeo pediu para todos abaixarem até explodirem junto com o riff. Que momento!!! 

Ainda tiveram tempo para a trinca: “What Are You Looking For”, “Truth” e a maravilhosa “Correria” para fechar o primeiro show do Ice Stage. 

@cesinha Instagram Korzus

Setlist 

Guilty of Silence

Discipline of Hate 

Catimba 

No Light Within 

Agony 

Victim of Progress 

Mass Illusion 

P. F. Y. L. 

Never Die 

What Are You Looking For 

Truth 

Correria 

Depois do thrash metal abrir os trabalhos era hora de um som mais melódico e melancólico. Os suecos do Evergrey ficaram responsáveis por abrir o Hot Stage e, apesar de alguns problemas com o som, que se mostrou baixo durante todo o show, entregaram um ótimo setlist. Principalmente os bumbos pareciam extremamente baixos. Apesar de alguma melhora no decorrer da apresentação o som não teve a qualidade habitual do Bangers. Mesmo assim, fizeram o público, que continuava chegando, cantar o hit “Falling From The Sun” a plenos pulmões logo de cara. Um dos grandes hits do Evergrey do excelente Theories of Emptiness, de 2024. 

A maravilhosa “Where August Mourn” veio logo depois com seu refrão belíssimo. Tom Englund interagia com o público o tempo todo. Assim como os outros integrantes que brigavam contra o forte calor para entregar uma boa performance. 

“Weightless”, com o som melhorado, também não decepcionou e mostrou uma banda entrosadissima e com o novo guitarrista Stephen Platt dando conta do recado. 

Fizeram questão de tocar a nova “The World Is on Fire”. Mais uma música que tem tudo para se tornar um hit do Evergrey. 

Depois de “Eternal Nocturnal” foi o momento de “Call Out the Dark”. Com certeza uma das melhores do setlist e que fez o público fez questão de acompanhar as letras pelo telão. Momento especial demais!

“King of Erros” também emocionou os fãs do Evergrey que parecem se empolgar ainda mais com as músicas mais melancólicas. A nova “Architects of the New Weave” também foi bem recebida. 

“Leaving the Emptiness” foi outra novidade com Tom Englund esclarecendo que estavam tocando a faixa especialmente nessa tour. Inédita e que também estará no disco novo. 

“Oxigen!” foi a última encerrando um show que enfrentou problemas técnicos superados com precisão, carisma e grandes hits. 

Foto @diegopadilha MHermes Arts - Instagram Bangers

Setlist 

Falling From the Sun 

Where August Mourn 

Weightless 

The World Is on Fire 

Eternal Nocturnal 

Call Out the Dark 

King of Errors 

Architects of the New Weave 

Leaving the Emptiness 

OXYGEN! 

Hora de conferir o que rolava no Sun Stage e a vibe underground já se fazia presente com o Violator se preparando para subir ao palco. 

Logo no inicio já era possível ver as várias rodas enquanto a banda metralhava seu thrash old school. Na linha de som do Slayer e Destruction, a banda entrega peso, velocidade e um discurso político anti fascista que foi reforçado praticamente a cada música. 

Guitarristas muito bem entrosados, com riffs certeiros, um baterista com ótimas viradas. 

“Endless Tyrannies” com criticas claras ao governo norte americano chamou atenção. “Cult of Death” talvez tenha sido a melhor do setlist com seu refrão sendo cantado por todos. A pancadaria teve sequência com pauladas como "Respect Existence Or Expect Resistance" e “The Evil Order”. 

O vocalista Pedro Arcanjo esclareceu que todos estavam muito felizes por tocarem no Bangers, mas que "o Violator é uma banda do underground para o underground". E esse foi o astral durante todo o show. Encerraram com “Atomic Nightmare”. 

O Violator entregou no Sun Stage o que se esperava: Um show brutal e político com uma vibe underground.  Pedro esclareceu que espera todos nos buracos e porões do underground. Estaremos lá!

Fotos - Bel Santos Fotografia

Setlist

Ordered to Thrash
Hang the Merchants of illusion
Endless Tyrannies
Cult of Death
The Evil Order
Respect Existence or Expect Resistance
False Messiah
Atomic Nightmare

No Hot Stage, o Jinjer se preparava para entregar um dos melhores shows do Bangers 2026. As 15 e 20, a banda subiu ao palco com “Duel”. Faixa do mais recente álbum que leva o mesmo titulo. 

Com o som muito melhor do que o Evergrey, a banda mostrou a precisão e técnica habituais. Vale o destaque para o vestido da Tatiana Shmayluk que, com certeza, não foi a melhor escolha para um dia de tanto calor. Mesmo com essa dificuldade ela entregou uma performance impecável assim como toda a banda. 

O baixista Eugene Kostyuk também foi outro destaque tocando demais e ajudando a ditar o ritmo do Jinjer. “Green Serpent” e “Fast Draw” foram incríveis ao vivo. A técnica, precisão e pegada da banda são impressionantes. Tati Shmayluk mostrou muito carisma brincando o tempo todo sobre o sol e interagindo com o público em vários momentos.  Chegou a responder os “Olê olê olê Jinjer” com “Brasil”, “Brasil”, “Brasil” no mesmo ritmo. 

“Vortex e “Disclosure” foram o ponto alto. Acertaram em cheio ao colocar as duas músicas na sequência. Não faltaram “Tantrum” e “Teacher Teacher”. Mesmo com toda complexidade das composições, a banda não vacila em momento algum. 

Tecnicamente foi um show impressionante. A trinca “Hedonist”, “Perennial” e “Someones Daughter” foram incriveis com destaque para o guitarrista Roman Ibramkhalilov que segura todos riffs e linhas de guitarra com maestria. Um dos melhores da cena atual. 

“Pisces” e “Sit Stay Roll Over” encerraram uma apresentação que vai ficar na memória de todos os fãs do Jinjer que fritaram junto com Tati Shmayluk durante o show. 

Fotos Diego Padilha e Marcos Hermes

Setlist  

Duél 

Green Serpent 

Fast Draw 

Vortex 

Disclosure! 

Tantrum 

Teacher, Teacher! 

Hedonist 

Perennial 

Someone's Daughter 

Pisces Sit 

Stay Roll Over  

Lembra quando mencionei sobre escolhas??? Pois então! Enquanto o Jinjer arrebentava no Hot Stage, o Torture Squad fazia um show destruidor no Sun Stage. Deu tempo de ver “Horror and Torture” e “Raise Your Horns”.  

Mayara, como sempre, mostrando uma postura de palco impecável e Amilcar preciso, técnico e pesado no seu kit de bateria. A banda , com certeza, está em um dos melhores momentos da carreira.

Vale lembrar que foi um show comemorando 33 anos de história em que fizeram um "Best of" e não faltaram também sons como "Abduction Was the Case", do clássico The Unholy Spell, e a brutal "Blood Sacrifice" que faz parte da fase May Puertas do álbum Far Beyond Existence, de 2017. 

Fotos @vinivieirafilmmaker @raphagarcia

O Bangers tem repetido algumas bandas no seu lineup, mas convenhamos que algumas realmente merecem um repeteco. Uma delas é o Killswitch Engage.

A banda trouxe uma vibe mais moderna para o fest com seu metalcore pesado e melódico. Sem dar a mínima para o calor, os americanos entregaram um show cheio de energia agitando e bangeando durante toda a apresentação. Acertaram em cheio ao abrir com a poderosa “Fixation on the Darkness”, do álbum Alive or Just Breathing, de 2002. Sempre bom começar com uma conhecida para ganhar o público do fest. 

O som estava perfeito: coeso, bem definido e com todos os instrumentos muito claros. “In Due Time” foi mais uma clássica que veio para levar o público ao delírio. As rodas já apareciam no meio da pista mesmo sem o sol dar um minuto de trégua. 

Após “The End of Heartache,” a banda fez questão de apresentar uma recente: “Aftermath” do disco This Consequence, de 2025. Dedicaram aos colegas do In Flames que também fariam um showzaço logo mais. 

O que se viu depois foi um desfile de porradas como “Forever Aligned”, “The Signal Fire” e “I Believe”. 

A clássica “My Curse”, de 2006, foi dedicada a Zakk Wilde. 

E, assim como na outra edição do Bangers em que estiveram presentes, a banda encerrou com Holy Diver, do Dio. 

O Killswitch Engage entregou um show de alto nível, competente, cheio de energia e que , com certeza, agradou mesmo os que não conhecem tanto o material da banda. 

Foto MHermes Arts Instagram Bangers @diegopadilha @raphagarcia

Setlist 

Fixation on the Darkness 

In Due Time 

The End of Heartache 

Aftermath (Dedicada ao Flames) 

Rose of Sharyn 

This Is Absolution 

Broken Glass 

Hate by Design 

Forever Aligned

The Signal Fire 

I Believe 

The Arms of Sorrow 

Strength of the Mind 

My Curse (Dedicada a Zakk Wylde e Black Label Society) 

My Last Serenade 

Holy Diver 

Black Label Society era uma das mais aguardadas. A banda preparou um mix de Led Zepelin com Black Sabbath para criar uma expectativa no público. Foi algo confuso de ouvir, mas ao mesmo tempo muito divertido. 

Funeral Bell foi a escolhida para abrir o show. Zakk como sempre é o que mais chama atenção com sua pegada única e riffs sempre inspirados e bem construídos. Impossível também não notar o pedestal do guitarrista contendo uma cruz e uma série de crânios. 

No primeiro solo, Zakk já hipnotizou o público que se entregou para o momento e admirou o talento e técnica do guitarrista durante todo o show. 

“Name in Blood” do recente Engines of Demolition foi avassaladora. Vale destacar que Zakk canta demais e tem um timbre vocal bem bonito. E você percebe o quanto a música é boa quando ela soa melhor ao vivo. Foi o caso! Puta som!!!! 

“Destroy and Conquer” foi mais uma antiga que levantou a galera e, depois da lindíssima “A Love Unreal” e “Heart of Darkness”, a banda mandou um trecho de “No More Tears” do mestre Ozzy Osbourne. Essa seria somente a primeira homenagem. Na sequência veio a outra: “In This River” com uma foto de Dimmebag Darrel e Vinie Paul sendo exibida no telão. 

A porrada seguiu com Zakk Wilde desfilando riffs e solos hipnotizantes. Muita vezes com improvisos brilhantes também. Por incrível que pareça uma balada era uma das mais esperadas do setlist: “Ozzy´s Song”. Com certeza, o momento mais emocionante  com todos cantando o nome do príncipe das trevas no final. 

Ainda houve tempo para uma Jam em que toda a banda se mostrou  afiadíssima. Encerraram com a excelente “Stillborn” do álbum The Blessed Hellride. 

Um show que vai entrar para a história do Bangers, Zakk Wilde merece toda reverência e reconhecimento que possui. Ele não é apenas um “guitarrista do Ozzy”. É um músico completo! 

Fotos MHermes Arts @marcoshermes e @raphagarcia Instagram Bangers

Setlist 

Funeral Bell 

Name in Blood 

Destroy & Conquer 

A Love Unreal 

Heart of Darkness 

No More Tears (Ozzy Osbourne)

 In This River (Dedicata a Dimebag Darrell & Vinnie Paul) 

The Blessed Hellride 

Set You Free 

Fire It Up 

Suicide Messiah 

Ozzy’s Song (Dedicada a Ozzy) 

Instrumental Jam 

Stillborn 

Os suecos do In Flames foram a próxima banda. O público se mostrou muito ansioso pela apresentação dos caras e eles não decepcionaram. Entregaram tudo! 

A clássica “Pinball Map” abriu o show de forma arrebatadora. Mais uma vez o som contribuiu muito para a qualidade do show.  Talvez tenha sido a banda que mais tenha feito o público cantar no sábado. 

O nome “In Flames” foi gritado praticamente o show inteiro. Integrantes e público mostraram uma sinergia incrivel o tempo todo. 

“The Great Deceiver”, “Deliver us”, “The Quiet Place” foram muito bem escolhidas e executadas com perfeição. O vocalista Anders Fridén merece destaque: O cara mostrou porque se firmou como uma das referências do estilo. Muito versátil e carismático. 

Todos os integrantes mostraram empolgação durante o show. Não permitiram que a temperatura caísse em nenhum momento. 

“Only for a Weak” do clássico disco Clayman, de 2000, foi uma das melhores. Provavelmente um dos discos mais queridos pelos fãs. A faixa foi cantada por todos!!! A mais recente “Meet Your Maker” também se destacou no setlist. Ótimo sinal!!! Mostra que o material novo da banda é relevante e que o In Flames segue sendo criativo. 

Ainda houve tempo para as maravilhosas “I Am Above” e “Take This Life”. O In Flames com certeza está entre as melhores bandas da cena metal atual e mostrou isso na prática com um show impecável, cheio de hits e entregando tudo em cima do palco.

Foto MHermes @raphagarcia / Instagram Bangers

Setlist 

Pinball Map 

The Great Deceiver 

Deliver Us 

The Quiet Place 

In the Dark 

Voices 

Cloud Connected 

Trigger 

Only for the Weak 

Meet Your Maker 

State of Slow Decay

 Alias 

The Mirror's Truth 

I Am Above 

Take This Life 

Restou ao Arch Enemy segurar o rojão de manter o nível do festival e eles não decepcionaram. Todos se mostravam muito curiosos para conferir a performance da nova vocalista Lauren Hart. E a mulher é monstruosa. 

Um pano contendo a frase “Pure Fucking Metal” escondeu o palco até o término da intro Khaos Overture que faz parte do disco Khaos Legions. Logo na primeira música “Yesterday Is Dead And Gone”, aliás uma das várias músicas da fase Angela que foram resgatadas, Lauren mostrou segurança e uma voz brutal, imponente e muito carisma. 

Foi legal demais ver o Arch Enemy num palco grande , com estrutura e trazendo uma boa dose de pirotecnia . A primeira da fase Alissa foi “The World is Yours” do questionado Will to Power. Fato é que a música é muito boa e Lauren logo mostrou ser capaz de cantar músicas de todas as fases. A clássica Ravenous veio logo depois levando todos à loucura. Talvez “o grande hit” do Arch Enemy. “War Eternal” foi outra que empolgou demais, além da novíssima “Dream Stealer”, do disco mais recente Blood Dynasty, com seu maravilhoso refrão. 

Logo depois Lauren se emocionou ao confessar estar realizando um sonho por tocar no Brasil. A vocalista caiu em lágrimas quando todos gritaram seu nome. Foi nesse tom emotivo que a apresentação seguiu com a novíssima “To The Last Breath” que foi incrivelmente bem recebida. A banda mostra muita criatividade a cada lançamento se mantendo relevante e não apenas baseando sua carreira em antigos hits. 

Daniel Erlandson é monstruoso ao vivo. Michael Amott sempre preciso com seus solos melódicos e riffs geniais. Joey Conception está no mesmo nivel do monstro Jeff Loomis.  

A sombria “My Apocalypse” trouxe uma vibe dark para o Memorial da América Latina. Todos pulando junto com Lauren na intro. Outro acerto no setlist. 

“Bury Me An Angel”!!!!  Clássico do álbum Black Eath de 1996!!!! Não era tocada há muito tempo e a banda também resgatou essa pérola. Decisão certeira! É preciso elogiar a produção de palco e imagens do telão que levaram o show do Arch Enemy para outro nível. 

A banda deve começar a aparecer como headliner de outros fests em breve. Tamanho e bagagem para isso eles tem! 

“The Eagle Flies Alone”, “No Gods, No Masters” foram muito bem escolhidas. “Dead Bury Their Dead” e seu riff maravilhoso fez todos baterem cabeça no mesmo ritmo. Um dos melhores riffs de Michael Amott. 

“Snow Bound”, “Nemesis” e seu refrão impactante fecharam a apresentação junto com “Fields of Desolation” que sempre encerra os shows da banda. 

O Arch Enemy foi uma sábia escolha do Bangers. Com certeza trouxeram peso para o lineup. É uma das bandas que mais cresceu nos últimos anos e a tendência é que continuem crescendo. Como a própria Lareun comentou; “Essa é uma nova era para o Arch Enemy”. 

Houve alguma polêmica levantada nas redes sociais por um veiculo sobre um possível som "ensurdecedor" que teria prejudicado o show. Respeitosamente discordo! O som estava alto sim, mas não "estourado". Todos os instrumentos soaram muito bem definidos e claros. O bumbo de Daniel Erlandson bateu na alma dos presentes. Como um show de metal deve ser. 

E assim terminava o primeiro dia de Bangers Open Air de forma brutal. Em breve a cobertura do domingo \m/

Fotos Equipe MHermes / instagran Bangers open air

Setlist

Khaos Overture
Yesterday Is Dead and Gone
The World Is Yours
Ravenous
War Eternal
Dream Stealer
To the Last Breath
Blood Dynasty
My Apocalypse
Bury Me an Angel
The Eagle Flies Alone
No Gods, No Masters
I Am Legend/Out for Blood
Dead Bury Their Dead
Snow Bound
Nemesis
Fields of Desolation

Agradecimentos: Bangers Open Air e Agência Taga